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Mostrando postagens de 2013

Saúde financeira é coisa de criança

É comum o questionamento de como é possível alguém falar de dinheiro ou dar dicas de finanças sem ser muito rico. Jim Collins, professor renomado do mundo empresarial, autor ou co-autor de seis livros, que já venderam mais de dez milhões de cópias em todo o mundo e responsável pelo prefácio do livro Sonho Grande, da autora Cristiane Correa, que conta a história do “Trio de Ferro”, ex-Garantia, e como revolucionaram o capitalismo brasileiro e conquistaram o mundo, trabalhou com centenas de presidentes de grandes corporações e estuda as empresas que atingiram a excelência, mas não dirige nenhuma multinacional. O fato de não ter dirigido uma empresa não tira o seu brilhantismo e sucesso. Estudiosos de finanças nem sempre exibem grandes fortunas, mas colecionam experiências e técnicas que permitem auxiliar as pessoas no processo de planejamento, controle e análise financeira. As Finanças Pessoais dizem respeito ao gerenciamento financeiro pessoal e familiar e buscam aprimorar as decisõ...

Profissão de Sucesso!

Muitas pessoas demonstram certa apreensão com a profissão que estão seguindo e compreensivelmente incertezas quanto às perspectivas de crescimento nas empresas em que atuam. Além disso, surge dúvida quanto à coerência da remuneração financeira que a profissão oferta. São ávidas pela possibilidade de fazer fortuna, mas esquecem de um componente extremamente importante: a felicidade pessoal. Toda profissão exige estudo, dedicação e comprometimento. Para ser um bom administrador, advogado, contador, economista, engenheiro, médico, pedagogo, químico ou qualquer outro profissional, é importante que participe de congressos, leia sobre a profissão, conheça as novas descobertas e desenvolva o seu trabalho com prazer. É importante que o profissional goste do que faz e sinta-se motivado a desenvolver as suas tarefas, encontrando a felicidade que o realiza como ser humano. É certo que, assim como o bônus, cada profissão carregue também algum ônus e, portanto, é imprescindível que haja tolerân...

Perfil de Investidor

Não muito raro, quando o iniciante entra em contato com uma corretora de valores, é questionado quanto ao seu perfil de investidor: conservador, moderado, arrojado ou agressivo. Existem alguns testes disponíveis na rede e selecionei quatro deles para verificar os resultados que seriam apresentados: Exame, Estadão, UOL e Lopes Fiho. No teste de perfil da Exame são feitas dez questões com três opções de resposta em cada pergunta e os resultados são divididos em três diferentes faixas, indicando o tipo de investimento mais adequado para cada perfil de investidor. É a única ferramenta que permite identificar os outros perfis de investidores para que seja feita uma comparação com o seu próprio perfil. A ferramenta do Estadão também traz dez questões com três alternativas de resposta, mas após a realização do teste, apresenta apenas um perfil, sem dicas. Já o teste do UOL, traz um texto inicial interessante sobre o dilema de gastar para a aquisição de um sonho de consumo ou poup...

Educação Financeira também se dá nas escolas

Barão Geraldo é um subdistrito da cidade de Campinas que abriga hospitais, indústrias, empresas comerciais e prestadoras de serviços além de reconhecidas universidades como a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) e Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) bem como escolas qualificadas como o Centro Educacional Objetivo e o Colégio Rio Branco, dentre outros. ​  O decreto 7.397, de 22 de dezembro de 2010 instituiu a Estratégia Nacional de Educação Financeira, sinalizando a importância de tratar do assunto na idade escolar, mas passados dois anos de sua publicação, as escolas ainda não adotaram a disciplina de finanças, na grade curricular ou fora dela. ​  Às escolas são impostos os desafios das descobertas de novas tecnologias de ensino visando preparar o indivíduo para a vida. A educação financeira na infância permite que as crianças sejam adultos financeiramente responsáveis e pode auxiliá-las na construção de seus objetivos pessoais, de curto...

Saber perder

Lembro-me muito bem das palavras de meus pais, ainda criança, ao término de qualquer campeonato em que eu era participante, quando de lá saía com uma medalha pendurada no pescoço, de qualquer outra cor diferente da dourada: “O importante é participar”. ​  “Uma ova”, eu pensava. “Participar é coisa para perdedor, se estou no campeonato é para ganhar! Se não for dessa forma, por que estar lá?” Sempre perfeccionista, como se isso fosse uma grande virtude. ​  O perfeccionismo, e não me refiro ao distúrbio neurótico, mas o normal, pode ser um triunfo, quando visto pelos esforços para se atingir a excelência, mas se tornar maléfico, quanto à reação defensiva às críticas, e desastroso, quanto às exigências de padrões inatingíveis. ​  Ouvi algumas vezes um ditado popular, que utilizo sempre que preciso tomar decisões: “O ótimo é inimigo do bom”. Outro ditado, que agora está na moda, traz uma mensagem próxima: “Menos é mais”. Isso significa que estamos em constante muda...

Educação Financeira é, acima de tudo, educação

Tem sido cada vez mais comum observar as pessoas refletindo sobre dinheiro, ou, mais precisamente, sobre a falta dele. Dinheiro serve para permitir que a vida seja desfrutada com um mínimo de dignidade, trazer conforto e também para realizar sonhos. A pergunta que fica, no entanto, é: “como fazer tudo isso com o pouco que ganho?”. A resposta é bem simples: com Educação Financeira. Até aí, sem novidades! Afinal de contas, falar é fácil, o difícil é fazer.​ ​ A Educação Financeira desenvolve conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Os conteúdos conceituais podem ser adquiridos com pesquisas em livros especializados, internet e cursos com aulas expositivas, apenas como alguns exemplos. Estes conteúdos podem garantir competência teórica, mas não prática. ​ Muita gente acredita que, enriquecendo-se de informações, terá plenas condições de resolver os seus problemas de saúde financeira, mas esquecem de que o conteúdo conceitual é meramente racional e não vem acompanhado ...

Salário Mínimo

Em meados do mês de janeiro, o governador do estado de São Paulo sancionou a lei 14.945/13 que revaloriza o piso salarial mensal em R$755,00. De acordo com o que foi divulgado amplamente nos diversos meios de comunicação, o reajuste foi de 9,4%, mas este percentual refere-se ao último salário mínimo de R$ 690,00, reajustado no mês de março de 2012. ​ Se utilizarmos a média de salários ao longo do ano de 2012, que era de R$622,00 em janeiro e fevereiro, é possível dizer que o reajuste foi próximo de 11,25%. Já levando em conta a média de salários mínimos dos últimos cinco anos, chegamos a 72,57% de aumento. Isso significa dizer que R$100,00 recebidos em 2008, equivalem a R$172,57 em 2013, considerados os percentuais de aumentos médios demonstrados na tabela abaixo. Variação média do salário mínimo nos últimos cinco anos* 2008 - R$437,50 2009 - R$490,42 - Variação de 12,10% 2010 - R$547,50 - Variação de 11,64% 2011 - R$590,00 - Variação de   7,76% 2012 - R$678,...

Salário mínimo subiu 9%: o que fazer com o aumento?

Muita gente conhece o salário mínimo federal, mas não sabe que também existe o salário mínimo estadual, que é diferente em alguns estados e normalmente superior ao valor estipulado pelo governo federal. ​ O salário mínimo federal foi de R$622,00 para R$678,00, ou seja, um aumento de 9,00%.  Se o salário mínimo do estado de São Paulo seguir este mesmo ritmo, é possível que o novo salário mínimo estadual seja próximo de R$755,00. ​ Profissionais como trabalhadores domésticos, prestadores de serviços de limpeza e conservação, ascensoristas e motoboys como exemplos, serão beneficiados com os novos valores. ​ Assim como o salário aumentou, os preços dos produtos e serviços também sofrem aumento, mas em percentual inferior. ​ Uma das formas de avaliar os aumentos de preços é com índices de inflação e o IPCA – Índice Nacional de Preços do Consumidor Amplo é o índice de inflação oficial adotado no Brasil e serve de referência para o sistema de metas de inflação. Co...

APP - Além do entretenimento

Os aplicativos para smartphones têm crescido assustadoramente. São programas que facilitam nosso dia-a-dia, como o emulador da HP12C, home banking, home brokers e conversores de moeda, ou voltados para o entretenimento. Um deles, em especial, me chamou muito a atenção: o Hill Climb Racing, disponibilizado gratuitamente e desenvolvido pela Fingersoft, uma empresa formada por profissionais entusiastas de tecnologia móvel. Baixado mais de 10 milhões de vezes, o jogo consiste em conduzir um veículo com o objetivo de enfrentar obstáculos que vão aparecendo na tela. Ele recebeu mais de 170 mil avaliações, das quais 130 mil foram notas máximas (5,0), e uma média elevada de 4,6. Mas qual a relação do app com as finanças? O jogo começa com um Jeep e a opção de “compra” de três outros veículos: Motocross Bike, Monster Truck e Race Car. O cenário é campestre, mas existem outros cenários, que inicialmente também vêm travados, como deserto, gelo, estrada, caverna, lua, marte e até um planeta...