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Mostrando postagens de maio, 2011

Jovens no mercado

Quando o jovem começa a trabalhar e entender que a sobra de caixa deve servir para investimento e não para o consumo, seja ele qual for, é que as dúvidas começam a surgir. ​ No passado, era natural que os primeiros investimentos da chamada “Geração X” (pessoas que nasceram nas décadas de 60 e 70) fossem direcionados à poupança. Afinal, a educação e exemplos que se tinha em casa refletiam a preocupação com a alta da inflação e os resquícios da Segunda Grande Guerra. Na época, prezava-se pela redução de riscos, em função das intempéries macroeconômicas. Essa geração cresceu e acompanhou o desenvolvimento do mercado, quebrando o paradigma de que bom investimento é aquele na poupança do banco onde o gerente é o grande amigo. Já a nova geração de jovens, chamada “Geração Y” (nascidos nas décadas de 80 e 90), consegue chegar ao mercado de capitais, mas com dúvidas e afoitos por informações que supram suas necessidades como investidores principiantes. ​ As universidades incluíram ...

​A Bolsa não me aflige mais

Nascemos, crescemos e nos desenvolvemos ouvindo que a Bolsa de Valores é um negócio de alto risco. Da mesma forma, somos convencidos em nossa fase heteronômica (quando estamos sujeitos à vontade dos outros) de que devemos minimizar ao máximo todo e qualquer risco. Assim, aprendemos que a melhor forma para garantir nosso futuro é investir na casa própria e guardar nosso dinheiro na poupança como um complemento da previdência social, motivo pelo qual devemos trabalhar subalternamente durante anos em uma empresa qualquer. ​ Se você não quer ter dor de cabeça, busca viver sem muito conforto e não se importa com a redução de padrão de vida na aposentadoria, esses são bons conselhos. Mas, se seu objetivo de vida for diferente disso, é importante buscar alternativas que satisfaçam suas necessidades e desejos. À medida que nos desenvolvemos, passamos a questionar as informações e saímos em busca de novas respostas. Ao lermos sobre o mercado financeiro e de capitais, percebemos que os i...